Quando a coisa dá para o torto, carregue uma vez.
O Witnal grava vídeo e som e calcula o resumo criptográfico de cada segmento no próprio aparelho, no momento em que é escrito. Tudo sai do telemóvel enquanto o incidente ainda decorre. O que já saiu está fora do alcance de um telemóvel partido ou roubado.
Sem reconhecimento facial e sem ligar ao 112. Por decisão de projeto.
- 00:00:01Captadosegmento 01 · vídeo e som
- 00:00:01Resumido242c6ceb…819aaaff
- 00:00:03Enviadocom a gravação a decorrer
- 00:01:42Conferidoresumo recalculado, confere
- 00:02:00Datadoautoridade RFC 3161
- 00:02:09Seladooriginal nunca reescrito
30 dias
é quanto tempo as imagens de videovigilância privada se conservam, pela Lei n.º 34/2013, art. 31.º
6 meses
é o prazo para apresentar queixa por furto ou dano, pelo Código Penal, art. 115.º
O Witnal conta os dois, por prudência, desde o incidente e mostra-os ao lado do registo.
O que um toque desencadeia
A sequência abaixo é o próprio registo de custódia do Witnal, pela ordem em que se escreve. Nada aqui é metáfora.
- 00:00
Captado
Vídeo e som arrancam juntos com um toque. O botão é a interface inteira, porque ninguém navega em menus a meio de um incidente.
- 00:00
Resumido
Cada segmento recebe o seu resumo SHA-256 no próprio aparelho, no momento em que é escrito. Basta mudar um fotograma para o número deixar de bater certo.
sha-256 242c6ceb9f9a5e53…c406c76a819aaaff
- 00:01
Enviado
Os segmentos saem do telemóvel enquanto a gravação continua. Prova que já saiu não se leva com o aparelho.
- 01:42
Conferido
À chegada, o servidor recalcula cada resumo. Uma divergência põe o segmento em quarentena e di-lo; a quarentena é ela própria uma linha no registo de custódia.
recalculado 242c6ceb… · confere com o do aparelho
- 02:00
Datado
Uma autoridade de selos temporais independente assina o resumo da prova segundo o RFC 3161. A hora do seu registo é palavra de terceiros, não nossa.
- 02:09
Selado
O original escreve-se uma vez e nunca se reescreve. Daqui em diante, cada ação sobre ele é mais uma linha num registo que só cresce.
em cadeia com o segmento 02 · conservado até 26 ago. 2032
O que fica no fim
Um registo com o manuseamento à vista.
Cada elemento guarda o resumo do aparelho, a contraprova do servidor, o seu lugar na cadeia, o selo temporal da autoridade e a data em que a conservação termina. Nada disto prova que a câmara viu a verdade; nenhum software prova isso. O que prova é mais restrito: o ficheiro é o que foi selado na captação e qualquer alteração posterior faria o resumo deixar de conferir. Cada ação feita através do Witnal é mais uma linha no registo.
O registo só admite acrescentos. Um erro corrige-se com uma nova entrada, nunca editando uma antiga.
- Resumo no aparelho
- 242c6ceb9f9a…c76a819aaaff
- Resumo no servidor
- Recalculado à chegada, confere
- Cadeia
- Primeiro da sequência
- Selo temporal
- Token RFC 3161, guardado com o segmento
- Conservado até
- 26 ago. 2032
Pronto para a esquadra
Um pacote verificável
O Witnal prepara a entrega: um pacote fechado com manifesto em português e folha de entrega, com os resumos SHA-256 de cada ficheiro para a verificação do lado de lá. A cadeia de integridade reproduz-se a partir do próprio pacote.
Um número para acompanhar
Marcada a denúncia como submetida, o prazo de conservação do original selado passa de 12 meses para 5 anos. O NUIPC fica associado ao incidente, separado do número da Queixa Eletrónica quando o caminho for esse.
A chamada é sua
O Witnal nunca liga ao 112. Quando o canal certo é o 112, di-lo e diz porquê. A chamada é sua.
O que o Witnal não faz
As recusas são decisões de projeto. Cada uma tem uma razão que se pode verificar.
Reconhecer alguém
Não há comparação de rostos nem lista de vigilância. O Witnal não guarda nenhuma base de dados de pessoas, por isso não há nada com que comparar um rosto. Um rosto numa gravação é prova comum entregue à polícia, como o da câmara por cima da caixa. A deteção serve um único fim: encontrar rostos, para que uma pessoa marque os não envolvidos antes de a cópia os desfocar.
Ligar à polícia por si
O Witnal recomenda o canal e mostra porquê. Quem age é uma pessoa. Nunca marca o 112.
Dizer que a prova é inviolável
Nenhum ficheiro é inviolável, por isso o Witnal afirma apenas o que consegue mostrar: um segmento alterado deixa de conferir e cada toque fica no registo.
Prometer um desfecho
Admitir a prova é decisão de um tribunal; o que ela demonstra, também. O trabalho do Witnal acaba no que consegue provar: o ficheiro e o seu manuseamento.
Treinar com as suas imagens
Imagens captadas para participar um crime servem para participar o crime. Nada mais.
Partilhar seja o que for
Não há divulgação pública nem partilha entre lojas. O que sai do Witnal é o pacote de entrega para a polícia. A entrega é sua.
Os seus dados, sem rodeios
Gravar pessoas cria deveres ao abrigo do RGPD e é a loja que os assume, como responsável pelo tratamento. Uma ferramenta feita para prova deve tornar cada dever simples de cumprir e simples de mostrar.
- Privado no armazenamento
- Os objetos de prova são privados. Um pedido anónimo recebe uma recusa.
- Com prazo por omissão
- Cada segmento selado tem data-limite de conservação, escrita no próprio registo.
- Cada ação no registo
- Cada ação feita através do Witnal entra no registo de custódia, que só admite acrescentos, visualizações incluídas.
- Desfocado em cópia derivada
- Terceiros não envolvidos podem ser desfocados numa cópia derivada. A desfocagem descarta os píxeis de vez, por isso não se reverte. O original selado nunca é tocado.
- Nada sem perguntar
- Além do cookie essencial de sessão, nada é gravado sem a sua aceitação na nota de cookies. O formulário de contacto guarda o que enviar, com a hora a que chegou. A escolha de tema fica no seu navegador.
Onde está hoje
O Witnal está construído e a funcionar, com todo o produto em português. A loja no registo acima é uma demonstração incluída em cada instalação. Não aparecem aqui nomes de clientes porque ainda não os há. Inventá-los seria um mau princípio para um produto de prova.
A captação corre hoje no navegador, o que demonstra o encadeamento e não a aplicação final no telemóvel. Um telemóvel suspende uma página em segundo plano, por isso a captação que chegar às lojas será uma aplicação nativa a alimentar o mesmo encadeamento selado.
O Witnal é construído pela RSE Labs, um estúdio de software de Londres. Para ver um registo a ser construído ao vivo, escreva-nos: witnal.com/pt/contact